Mnemonics

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Mnemonics is a cooperative research project of the artists Susana Mendes Silva and Frans van Lent.

The project started with the suggestion of a curator to contact each other, because of their related points of view. After their first meeting the artists decided to cooperate and that collaboration started with a repetition exercise:
They shared two identical car drives on two successive days. These meetings, as much alike as possible, led the artists to the subject of the construction and deconstruction of personal memories. How do memories lead to a journey and how does a journey lead to memories. The human mind as a fluidly changing field of encounters.

The performative presentation of their project will be in English and will take place at Hangar on Friday June 28, 10 pm.

Rua Damasceno Monteiro, 12
Lisboa, Portugal

Nós, Tu e Eu

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4 de Abril, 21:30 | Entrada livre | Teatro Paulo Quintela | Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra | Programa “Performance Agora” do Teatro Académico Gil Vicente | Inscrição prévia/gratuito: producao@tagv.uc.pt

 

Desde 2002, tenho vindo a experimentar e a desenvolver projectos de performance que são concebidos enquanto encontro de um-para-um (ou para um grupo muito pequeno de pessoas), em oposição a um público — enquanto conjunto de pessoas que assiste a um evento. Interessam-me bastante os espaços das relações inter-humanas porque podem ser espaços para a intimidade, para a empatia, para o desejo, para a fantasia.

Em “Nós, Tu e Eu” proponho uma série de exercícios performativos às/aos participantes para explorarem ferramentas afectivas e mecanismos de intimidade.

Não é preciso qualquer experiência performativa prévia, aconselha-se o uso de roupa confortável e será pedido para usar uma venda durante alguns minutos.

Tu & Eu | You & Me

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conferência performativa para | performative lecture for What Has Love Got To Do With It Internacional Conference
19 FEV 2019 | 10:30 – 11:10 | Culturgest, Lisboa

A arte é sempre pública, porque é sempre feita para as/os outras/os.
Mas enquanto artista plástica e performer interessa-me como podemos apropriar-nos dos mecanismos da intimidade. Como é que eu posso realmente dirigir-me a ti, em vez de a um público heterogéneo?
A partir da minha prática artística irei abordar a noção de intimidade e as metodologias com que construo o meu trabalho.
Como é que podemos activar esses mecanismos para criar situações em que a vida se entrelaça com o trabalho, para construir ferramentas afectivas e críticas e, para podermos criar espaços de pensamento livre e igualitários?

A conferência performativa será em Inglês.
As/os participantes irão ser convidados a usar uma venda durante alguns minutos.

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Art is always public, because it is always made for others.
But as a visual artist and a performer I am interested in the way we can appropriate intimacy mechanisms. How can I really address myself to you, instead of addressing to an heterogenous audience?
Departing from my artistic practice I will talk about the notion of intimacy and the methodologies to build my artwork.
How can we activate those mechanisms to create situations where life entangles with work, to build affective and critical tools, and to be able to create spaces of free and egalitarian thinking?

The performative lecture will be in English.
The participants will be invited to wear a blindfold for a few minutes.

[imagem | image João Pádua]

Do tirar polo Natural. Inquérito ao retrato português

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“Do tirar polo Natural. Inquérito ao retrato português”
inaugura no dia 28 de Junho às 18h:30
no Museu Nacional de Arte Antiga em Lisboa

Na exposição é mostrada a série “Phantasia” de 2007. Este projecto surgiu de um convite revista L+arte, e foi desenvolvido a partir do auto-retrato (c.1900) de Aurélia de Souza, que pertence à colecção do Museu Nacional Soares dos Reis.
Aurélia de Souza estudou pintura no Porto e em Paris, tendo realizado vários auto-retratos, como ela própria, como homem ou como santo. A artista utilizou a fotografia enquanto estudo preparatório das suas pinturas – um acto performativo que é anterior ao acto de pintar – mas estas mantém-se quase secretas, uma vez que poucas pessoas as viram. Nesta série, o que me interessou foi um encontro impossível entre nós através da ideia de re-encenação e do uso da reprodutibilidade técnica.
O título remete para a tradução grega da palavra fantasia – phantasia – que tem a mesma raiz etimológica que fantasma e que fenómeno: phainesthai.

Phantasia foi, mais tarde, apresentada enquanto série fotográfica no 3º Prémio de Pintura Ariane de Rothschild, Antiga Fábrica Mirandela, Lisboa (recebendo o primeiro prémio), e foi exposta na exposição colectiva Do séc. XVII ao séc. XXI: além do tempo, dentro do Museu, curada por Fátima Lambert, no Museu Nacional de Soares dos Reis, Porto (29 Outubro – 12 Dezembro 2009).