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Fazer de casa labirinto

abre hoje, 25 de julho às 14h, Fazer De Casa Labirinto, na Balcony Contemporary Art Gallery, em que apresento “a bedtime story [covid-19]” — uma reflexão sobre confinamento e sobre pensar daqui para trás e para frente.
com: Carla Cabanas | Fernão Cruz | Gisela Casimiro | Henrique Pavão| Horácio Frutuoso | Mané Pacheco | Nuno Nunes-Ferreira | Sara Mealha | Susana Mendes Silva

curadoria: Ana Cristina Cachola e Sérgio Fazenda Rodrigues

Com o Apoio
CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA
FUNDO DE EMERGÊNCIA SOCIAL – CULTURA

10 pessoas máximo na Galeria
Uso de Máscara Obrigatório

A galeria estará fechada para férias entre 2 e 10 de agosto. A exposição poderá ser visitada de dia 11 de agosto até 16 de setembro, de terça-feira a sábado, entre as 14h e as 19h30.
O programa contempla visitas guiadas pela equipa de curadoria nos dias 29 de julho, 22 e 29 de agosto, 5 e 12 de setembro, sempre com início às 15h e admissão livre, mediante marcação através do e-mail: info@balcony.pt

de mim | tradução #1 | tradução #2

Para “As coisas fundadas no silêncio”, a artista plástica Susana Mendes Silva, desenvolveu “Como silenciar uma poeta”, um projecto expositivo que tem base na Sala Polivalente do MNAC que inclui duas performances que se debruçam sobre a tradução de um poema de Judith Teixeira para as outras duas línguas oficiais Portuguesas: a Língua Gestual Portuguesa e o Mirandês — “Tradução #1” e “Tradução #2” — e a leitura performativa da conferência “De mim” publicada por Judith Teixeira em 1926.


“Tradução #1” – com Patrícia Carmo
3 de julho, sexta-feira
17:30
Estúdios Victor Córdon
Duração: 2h

No sentido de contrariar a potência destrutiva do silenciamento em “Tradução #1” partiremos da tradução de um poema de Judith Teixeira para Língua Gestual Portuguesa.

– Não é necessária qualquer experiência anterior em LGP ou dança.
– Deverá chegar pelas 17:30.
– É necessário trazer roupa que permita os movimentos e seguir as instruções de participação dos estúdios: https://www.cnb.pt/evcsegurancacovid19/
– Participação gratuita para maiores de 18 anos, sujeita a inscrição.
– As inscrições podem ser feitas até ao dia 28 de junho enviando nome completo e data de nascimento para o e-mail atelier@efabula.pt
– Lotação 11 participantes.


“De mim” – com Marta Rema
3 de julho, sexta-feira
21:30
Rua das Gaivotas 6
Duração: 50 minutos

“DE MIM: Conferência em que se explicam as minhas razões sobre a Vida, sobre a Estética, sobre a Moral”, é um manifesto no qual a escritora se defende dos ataques e críticas a que vinha sendo sujeita desde 1923. Como afirma Fabio Mario da Silva, este texto é “acima de tudo (…) um discurso — para além de ter como destinatária a burguesia fútil e a sua conceção retrógrada de arte, defendendo que os artistas não se devem limitar às emergências dos mercados editoriais — de exaltação ao exótico e ao futurismo, que seriam sinónimos, naquela altura, para a sociedade portuguesa, de imorais, doidos e pagãos”. Não se sabe se este discurso terá sido alguma vez lido em público e por isso convocamos a sua presença fantasmática.

Participação gratuita para maiores de 18 anos sujeita a inscrição.
As inscrições podem ser feitas até dia 2 de julho para o e-mail atelier@efabula.pt
Lotação de 25 participantes.

“Tradução #2” – com Alda Calvo
4 de julho, sábado
16:00
Rua das Gaivotas 6
Duração: 2h

No sentido de contrariar a potência destrutiva do silenciamento em “Tradução #2” partiremos da tradução de um poema de Judith Teixeira para Mirandês.

– Não é necessária qualquer experiência anterior em Mirandês ou em leitura de poesia.
– Participação gratuita para maiores de 18 anos sujeita a inscrição.
– As inscrições podem ser feitas até dia 2 de julho para o e-mail atelier@efabula.pt.
– Lotação 20 participantes.

Como silenciar uma poeta

Museu Nacional de Arte Contemporânea
10 de junho a 30 de agosto

A história literária está manchada de silêncios, desde os que se escondem aos que deixam de publicar, passando pelos que nunca chegam a publicar. Por outras palavras, há dois tipos de silêncio: um para o que é dito e o que permanece por dizer, e outro para quem tem direito a falar e quem é forçado a ficar calado. O silêncio é o lugar da morte, do nada. Mas não há silêncio sem fala. Não há silêncio sem o acto de silenciar.

Integrada no projecto As coisas fundadas no silêncio, “Como silenciar uma poeta”, exposição inédita de Susana Mendes Silva, parte da apreensão do livro “Decadência” da poeta Judith Teixeira que foi queimado em 1923, no Convento de São Francisco, nas antigas instalações do Governo Civil de Lisboa com entrada pela Rua Capelo, hoje parte integrante do Museu Nacional de Arte Contemporânea.

O livro tinha sido alvo de uma polémica sobre a (i)moralidade da arte, que envolveu também António Botto e Raul Leal. Ainda assim, Judith Teixeira foi directora de uma revista, escreveu um manifesto artístico modernista e publicou mais dois livros de poesia. A tensão erótica e a insubmissão femininas inscritas na sua obra, denotam a dimensão da transgressão que protagonizou. Enterrada viva, foi imerecidamente eliminada da memória colectiva e da história literária até recentemente, sem dúvida muito devido ao conteúdo lésbico em vários dos seus poemas, o que faz também da poeta um expoente da literatura lésbica e queer portuguesa.

A artista plástica Susana Mendes Silva desenvolve um projecto expositivo que inclui duas performances — “Tradução #1” e “Tradução #2” — e a leitura performativa da conferência “De mim”.

Marta Rema


Literary history is tainted with silences, from those who hide to those who stop publishing and those who never publish. In other words, there are two types of silence: one for what is said and what remains unsaid, and the other for those who have the right to speak and those who are forced to remain silent. Silence is the place of death, of nothingness. But there is no silence without speech. There is no silence without the act of silencing.

Como silenciar uma poeta [How to silence a poet] — a new exhibition by Susana Mendes Silva — is included in the project Things grounded in silence. This exhibition stems from the impoundment of Judith Teixeira’s book Decadência, which was burnt in 1923, at the Convent of São Francisco where the old Civil Government of Lisbon was established. The facilities were at Rua Capelo and are now part of the National Museum of Contemporary Art.

The book had been the subject of a controversy over the (i)morality of art, also involving António Botto and Raul Leal. Nevertheless, Judith was the director of a magazine, she wrote a modernist artistic manifesto and published two more poetry books. The erotic tension and feminine unyieldingness recorded in her work bear witness to the dimension of her transgression. Buried alive, she was undeservedly erased from collective memory and literary history until recently — undoubtedly largely due to the lesbian content in several of her poems — making her an exponent of Portuguese lesbian and queer literature.

The visual artist Susana Mendes Silva develops an exhibition project that includes two performances — Translation #1 and Translation #2 — and the performative reading of the conference Of me.

Marta Rema/ Tradução: Pietro Romani



“Tradução #1” – com Patrícia Carmo
3 de julho, sexta-feira
17:30
Estúdios Victor Córdon
Duração: 2h

No sentido de contrariar a potência destrutiva do silenciamento em “Tradução #1” partiremos da tradução de um poema de Judith Teixeira para Língua Gestual Portuguesa.

– Não é necessária qualquer experiência anterior em LGP ou dança.
– Deverá chegar pelas 17:30.
– É necessário trazer roupa que permita os movimentos e seguir as instruções de participação dos estúdios: https://www.cnb.pt/evcsegurancacovid19/
– Participação gratuita para maiores de 18 anos, sujeita a inscrição.
– As inscrições podem ser feitas até ao dia 28 de junho enviando nome completo e data de nascimento para o e-mail atelier@efabula.pt
– Lotação 11 participantes.

“De mim” – com Marta Rema
3 de julho, sexta-feira
21:30
Rua das Gaivotas 6
Duração: 50 minutos

“DE MIM: Conferência em que se explicam as minhas razões sobre a Vida, sobre a Estética, sobre a Moral”, é um manifesto no qual a escritora se defende dos ataques e críticas a que vinha sendo sujeita desde 1923. Como afirma Fabio Mario da Silva, este texto é “acima de tudo (…) um discurso — para além de ter como destinatária a burguesia fútil e a sua conceção retrógrada de arte, defendendo que os artistas não se devem limitar às emergências dos mercados editoriais — de exaltação ao exótico e ao futurismo, que seriam sinónimos, naquela altura, para a sociedade portuguesa, de imorais, doidos e pagãos”. Não se sabe se este discurso terá sido alguma vez lido em público e por isso convocamos a sua presença fantasmática.

Participação gratuita para maiores de 18 anos sujeita a inscrição.
As inscrições podem ser feitas até dia 2 de julho para o e-mail atelier@efabula.pt
Lotação de 25 participantes.

“Tradução #2” – com Alda Calvo
4 de julho, sábado
16:00
Rua das Gaivotas 6
Duração: 2h

No sentido de contrariar a potência destrutiva do silenciamento em “Tradução #2” partiremos da tradução de um poema de Judith Teixeira para Mirandês.

– Não é necessária qualquer experiência anterior em Mirandês ou em leitura de poesia.
– Participação gratuita para maiores de 18 anos sujeita a inscrição.
– As inscrições podem ser feitas até dia 2 de julho para o e-mail atelier@efabula.pt.
– Lotação 20 participantes.

Apoio à criação: OPART – Estúdios Victor Córdon e Rua das Gaivotas 6

Agradecimentos: David Sarmento, Emília Tavares, Francisco Queirós, Francisco Soares, Hugo Sousa, João Pedro Vale e Nuno Alexandre Ferreira, João Silvério, Maria João Gamito, Maria João Garcia, Nuno Soares, Sofia Campos, Tiago Peixoto e Acesso Cultura, Biblioteca Municipal dos Coruchéus, Divisão de Acção Cultural da CML

As coisas fundadas no silêncio um programa com direcção artística de Marta Rema e nove actividades a decorrer em Lisboa até ao final de 2020. Organizado pela efabula, tem financiamento da Direção-Geral das Artes. A exposição Como silenciar uma poeta, que o MNAC apresenta, integra essa programação.

Mnemonics

28JUL_Mnemonics-1

 

Mnemonics is a cooperative research project of the artists Susana Mendes Silva and Frans van Lent.

The project started with the suggestion of a curator to contact each other, because of their related points of view. After their first meeting the artists decided to cooperate and that collaboration started with a repetition exercise:
They shared two identical car drives on two successive days. These meetings, as much alike as possible, led the artists to the subject of the construction and deconstruction of personal memories. How do memories lead to a journey and how does a journey lead to memories. The human mind as a fluidly changing field of encounters.

The performative presentation of their project will be in English and will take place at Hangar on Friday June 28, 10 pm.

Rua Damasceno Monteiro, 12
Lisboa, Portugal

Nós, Tu e Eu

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4 de Abril, 21:30 | Entrada livre | Teatro Paulo Quintela | Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra | Programa “Performance Agora” do Teatro Académico Gil Vicente | Inscrição prévia/gratuito: producao@tagv.uc.pt

 

Desde 2002, tenho vindo a experimentar e a desenvolver projectos de performance que são concebidos enquanto encontro de um-para-um (ou para um grupo muito pequeno de pessoas), em oposição a um público — enquanto conjunto de pessoas que assiste a um evento. Interessam-me bastante os espaços das relações inter-humanas porque podem ser espaços para a intimidade, para a empatia, para o desejo, para a fantasia.

Em “Nós, Tu e Eu” proponho uma série de exercícios performativos às/aos participantes para explorarem ferramentas afectivas e mecanismos de intimidade.

Não é preciso qualquer experiência performativa prévia, aconselha-se o uso de roupa confortável e será pedido para usar uma venda durante alguns minutos.

Tu & Eu | You & Me

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conferência performativa para | performative lecture for What Has Love Got To Do With It Internacional Conference
19 FEV 2019 | 10:30 – 11:10 | Culturgest, Lisboa

A arte é sempre pública, porque é sempre feita para as/os outras/os.
Mas enquanto artista plástica e performer interessa-me como podemos apropriar-nos dos mecanismos da intimidade. Como é que eu posso realmente dirigir-me a ti, em vez de a um público heterogéneo?
A partir da minha prática artística irei abordar a noção de intimidade e as metodologias com que construo o meu trabalho.
Como é que podemos activar esses mecanismos para criar situações em que a vida se entrelaça com o trabalho, para construir ferramentas afectivas e críticas e, para podermos criar espaços de pensamento livre e igualitários?

A conferência performativa será em Inglês.
As/os participantes irão ser convidados a usar uma venda durante alguns minutos.

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Art is always public, because it is always made for others.
But as a visual artist and a performer I am interested in the way we can appropriate intimacy mechanisms. How can I really address myself to you, instead of addressing to an heterogenous audience?
Departing from my artistic practice I will talk about the notion of intimacy and the methodologies to build my artwork.
How can we activate those mechanisms to create situations where life entangles with work, to build affective and critical tools, and to be able to create spaces of free and egalitarian thinking?

The performative lecture will be in English.
The participants will be invited to wear a blindfold for a few minutes.

[imagem | image João Pádua]

Do tirar polo Natural. Inquérito ao retrato português

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“Do tirar polo Natural. Inquérito ao retrato português”
inaugura no dia 28 de Junho às 18h:30
no Museu Nacional de Arte Antiga em Lisboa

Na exposição é mostrada a série “Phantasia” de 2007. Este projecto surgiu de um convite revista L+arte, e foi desenvolvido a partir do auto-retrato (c.1900) de Aurélia de Souza, que pertence à colecção do Museu Nacional Soares dos Reis.
Aurélia de Souza estudou pintura no Porto e em Paris, tendo realizado vários auto-retratos, como ela própria, como homem ou como santo. A artista utilizou a fotografia enquanto estudo preparatório das suas pinturas – um acto performativo que é anterior ao acto de pintar – mas estas mantém-se quase secretas, uma vez que poucas pessoas as viram. Nesta série, o que me interessou foi um encontro impossível entre nós através da ideia de re-encenação e do uso da reprodutibilidade técnica.
O título remete para a tradução grega da palavra fantasia – phantasia – que tem a mesma raiz etimológica que fantasma e que fenómeno: phainesthai.

Phantasia foi, mais tarde, apresentada enquanto série fotográfica no 3º Prémio de Pintura Ariane de Rothschild, Antiga Fábrica Mirandela, Lisboa (recebendo o primeiro prémio), e foi exposta na exposição colectiva Do séc. XVII ao séc. XXI: além do tempo, dentro do Museu, curada por Fátima Lambert, no Museu Nacional de Soares dos Reis, Porto (29 Outubro – 12 Dezembro 2009).